INFLAÇÃO:
ALTA NO PREÇO DOS ALIMENTOS REDUZ O PODER DE COMPRA DOS TRABALHADORES!
De acordo com os jornais da semana, podemos notar a preocupação dos Bancos Centrais com a inflação. A inflação será o item prioritário na pauta da reunião do encontro dos Bancos Centrais na Suíça. Os jornais mostram, também, uma alta nas bolsas de valores e uma inflação significativa referente ao mês de abril na cesta básica. Em Fortaleza a cesta aumentou em 7,86%, Belo Horizonte 6,95%, Brasília 6,67%, São Paulo 1,73%, Goiânia 1,97% e em Curitiba 6,37%. Isto significa que está ocorrendo um crescimento econômico, e, por isso, a oferta de empregos aumenta, o consumo aumenta e a inflação tende a aumentar. De qualquer modo, mesmo aumentando o número de empregos ainda assim é impossível empregar todos dentro das atuais relações de produção. A prova disso são os constantes conflitos entre os Sem Terra e Fazendeiros. Isto é, nas grandes periferias, das cidades, encontra-se grande massa de trabalhadores que, mesmo com o crescimento econômico, não encontram emprego e engrossam as fileiras de movimentos como o MST, por exemplo. Porém, uma pequena parcela da população acaba encontrando emprego devido ao crescimento econômico. Mas, o Sr. Mercado de Trabalho é como um estômago, ou seja, ao atingir um determinado limite a oferta de produtos torna-se maior que a procura. A partir desse ponto, inicia-se o fechamento de fábricas e a demissão em massa de trabalhadores. E, estando os trabalhadores desempregados, se tornará impossível a compra destes produtos. Além disso, os trabalhadores não querem esmola! Queremos antes de tudo, TRABALHO! SALÁRIO!
Diante dessa contradição, própria deste modo de produção, perguntamos, então, o que fazer?
ALTA NO PREÇO DOS ALIMENTOS REDUZ O PODER DE COMPRA DOS TRABALHADORES!
De acordo com os jornais da semana, podemos notar a preocupação dos Bancos Centrais com a inflação. A inflação será o item prioritário na pauta da reunião do encontro dos Bancos Centrais na Suíça. Os jornais mostram, também, uma alta nas bolsas de valores e uma inflação significativa referente ao mês de abril na cesta básica. Em Fortaleza a cesta aumentou em 7,86%, Belo Horizonte 6,95%, Brasília 6,67%, São Paulo 1,73%, Goiânia 1,97% e em Curitiba 6,37%. Isto significa que está ocorrendo um crescimento econômico, e, por isso, a oferta de empregos aumenta, o consumo aumenta e a inflação tende a aumentar. De qualquer modo, mesmo aumentando o número de empregos ainda assim é impossível empregar todos dentro das atuais relações de produção. A prova disso são os constantes conflitos entre os Sem Terra e Fazendeiros. Isto é, nas grandes periferias, das cidades, encontra-se grande massa de trabalhadores que, mesmo com o crescimento econômico, não encontram emprego e engrossam as fileiras de movimentos como o MST, por exemplo. Porém, uma pequena parcela da população acaba encontrando emprego devido ao crescimento econômico. Mas, o Sr. Mercado de Trabalho é como um estômago, ou seja, ao atingir um determinado limite a oferta de produtos torna-se maior que a procura. A partir desse ponto, inicia-se o fechamento de fábricas e a demissão em massa de trabalhadores. E, estando os trabalhadores desempregados, se tornará impossível a compra destes produtos. Além disso, os trabalhadores não querem esmola! Queremos antes de tudo, TRABALHO! SALÁRIO!
Diante dessa contradição, própria deste modo de produção, perguntamos, então, o que fazer?
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